segunda-feira, 22 de novembro de 2010

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sábado, 11 de setembro de 2010

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domingo, 8 de agosto de 2010

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sábado, 31 de julho de 2010

terça-feira, 13 de julho de 2010

quarta-feira, 7 de julho de 2010

terça-feira, 8 de junho de 2010



É galera. Vou aproveitar meu bloguinho pra contar uma novidade... Estou voltando a tocar. E vai ser com a banda Samba D' Rock. Um sonho antigo de tocar um ritmo que eu gosto de uma forma um pouco diferente, mais casual, intimista.
Conto com toda galera lá, até porque é aniver da Bina, minha patroa. O grande show da noite vai ser da Forrozuando, banda fera de forró de Porto Alegre, além de um dj mandando ver nos mais diversos ritmos.Logo, a garantia de festa é certa. Tô esperando tudo mundo. Até lá.

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Feliz ano Novo!

Fiquei um bom tempo sem escrever nada no bloguinho. Mas, como todos sabem, o ano acaba em 15/12 e recomeça depois do carnaval. Logo, até que, efetivamente, não passei tanto tempo assim sem escrever. Hehehe.

Não sei se só eu acho isso, mas o Brasil tira férias do Natal ao Carnaval. A balança comercial tem um movimento de quitanda, cidades como Porto Alegre ficam transitáveis mesmo das 18h às 20h, escolas e universidades hibernam (não que isso seja tão ruim, hahahaha) e, mesmo para aqueles que passaram o verão trabalhando, como eu, percebe-se um clima diferenciado nesta época.

Mas nem tudo é reclamação! Assim como reduzimos a "pressão" do dia a dia durante o verão, o litoral parece tomado, cada vez mais, por um fenômeno que vou chamar de "Sampaulinização" ou "Toquiolização" da vida cotidiana. As pessoas enfrentam até 06h de engarrafamentos para ir de Porto Alegre a Tramandaí, não encontram lugar para estacionar, disputam espaço em ruas e avenidas com pedestres, automóveis, motocicletas, barraquinhas de sorvete, crepe e cachorro quente...

Tudo isso para quê? Para que se sintam "em férias", disputando a tapa um espaço inferior a um metro quadrado de areia escaldante, ao lado, primeiro, de um grupo de 20 pessoas que chegou às 8h da manhã com 04 caixas de cerveja, uma churrasqueira, 04 pares de raquete de frescobol e, pra completar, uma bola de futebol; e, de outro, de uns dois ou três casais desses "novos ricos" que compram casa em condomínio fechado em Atlântida e ficam na praia reclamando que o Mercedes ficou no sol, e que "o grupinho de probretões" do lado não para de encher a cara e tocar bolinha de borracha nas costas deles, sem dar a mínima atenção ao fato que você NÃO ESTÁ nem em um grupo, nem em outro.

Além de tudo isso... os preços. Ahhh, que alegria chegar na beira da praia e pagar R$ 2,50 por UM MILHO (que custa em torno de R$ 0,40 o QUILO debulhado); R$ 4,00 uma lata de cerveja; R$ 3,00 um picolé de fruta; R$ 5,00 dois pedaços de queijo assado...pra ficar por aí. Ao voltar da praia, temos que dar aquela clássica passadinha no mercado, que tem um ágio de, pelo menos, 15% nos preços se comparado à filial existente na capital, razão pela qual sobreviver 02 meses na praia em alta temporada é um verdadeiro exercício prático de direito financeiro.

Não bastasse "só" isso, há também o considerável aumento da violência no litoral durante os meses de janeiro e fevereiro. Pra quem já trabalhou por 04 temporadas na praia, como eu, diretamente envolvido com o direito criminal, é notória a migração da violência para o litoral, tornando-se absurdos os índices de arrombamentos, furtos de veículos e a pedestres, roubos, lesões corporais, tráfico de drogas e, pra completar, embriaguez ao volante (cheguei a ver um processo aonde o motora foi pego com "apenas"1,45 dg/l), razão pela qual o litoral no verão tornou-se, efetivamente, uma miniatura das grandes cidades acima referidas.

Dá pra chegar a uma conclusão bem simples: se você não for assaltado por alguém na entrada de casa, vai ser "assaltado" pelas bancas de milho, picolé e pelos vendedores ambulantes. Se escapar do engarrafamento da free-way, vai enfrentá-lo pra chegar em casa, levando 02h para vir de Imbé a Tramandaí, por exemplo. É, como eu falei, a "Sampaulinização" do litoral na alta temporada, pois qualquer semelhança com a grande megalópole não é mera coincidência.

E os argentinos? nossos hermanos invadem o litoral norte do RS com seus carros fantásticos e sua habilidade ímpar de dirigir, bebem nossa bebida, comem nossa comida, acabam com o nosso trânsito e a nossa paz, e ainda vão embora sem querer pagar as multas. Daí também não dá!! Tenta ir pra Argentina aprontar metade das "farrinhas" que os hermanos aprontam aqui e sair de lá numa boa. Garanto que não rola.

Apenas pra constar. Não estou crucificando o litoral do RS. Ao contrário. Praticamente nasci e cresci correndo nas areias de Tramandaí, e não me arrependo um único segundo de todo esse tempo maravilhoso. O litoral catarinense sofre dos mesmos problemas, com as desvantagens de que fica ainda mais longe, e que estamos falando da CAPITAL do Estado, o que demonstra o total despreparo para um estado que se considera um dos principais destinos turísticos do Brasil e, talvez, da América do Sul. É que como evito Floripa em janeiro e fevereiro como um padre evita mulheres (hahahahahaha), escrevo sobre os locais onde tenho maior conhecimento de causa.

Se existe alguma solução para isso? Em âmbito coletivo, não sei.
A minha particular? Férias em março! as praias esvaziam, os preços voltam ao patamar para "locais", aluguéis ficam mais baratos, o trânsito volta ao fluxo normal, e ainda tenho cerca de 20 dias de total calor para curtir.

Essa é a minha dica sobre como enfrentar o verão. Mas juro que, se algum dia esse blog atingir muitos acessos diários ou mensais, edito esse tópico e apago a dica de março, pra continuar aproveitando a praia como eu aproveitava quando era beeeem guri!

segunda-feira, 23 de novembro de 2009

Enfermeira do Purgatório e Merendeiros do Apocalipse

Bueno.
O Princípio da Intranscedência diz que nenhuma pena passará da figura do condenado. Está lá, expresso no art. 5º da Constituição Federal, sendo basilar do Processo Penal Brasileiro.
Da mesma forma, o Princípio da Presunção da Inocência diz que ninguém será considerado culpado até o trânsito em julgado da decisão condenatória. Resumindo, só quando se acabarem os recursos do réu ("recursos", no sentido de "toda e qualquer medida pra retardar o processo. E não são poucos, acreditem) é que poderemos sair na rua e apontar para alguém, dizendo "assassino", "ladrão", "estuprador" (e não esTRUpador, por favor!), "corrupto", etc.
Mas, de vez em quando, situações fáticas tiram a gente do sério, de uma forma tão intensa que não conseguimos manter um controle, uma isenção, uma equidistância daquilo que presenciamos.
Assim é o caso da enfermeira que, em tese, "morfinou" 11 recém-nascidos.
Assim é o caso da cúpula do município de Canoas que, em tese, superfaturou os preços de merenda de "boa" qualidade.

Como passar pela técnica de enfermagem ou pelo ex-prefeito na rua e segurar a vontade de gritar "assassina!!!", "corrupto!!!"?

Simples! Lembre-se que, se você fizer uma afirmação dessas sem a devida cautela, corre o risco de tomar um risco processo judicial por danos morais, pois você terá ofendido uma "suposta" homicida, um "suposto" corrupto.

Afinal, quando você (...)
- que não carrega morfina na bolsa nem assina contratos de fornecimento de alimentação para escolas;
- que paga seu IPVA e seu IPTU parcelados pra não pagar multa;
- que é demandado judicialmente porque o Estado não tem culpa se você perdeu tudo em uma enchente;
(...) Resolve manifestar sua opinião quando um jornal de alcance nacional divulga tais notícias na hora da sua janta, tirando a sua fome, saindo à rua para gritar "assassina!" ou "corrupto!", pode ser surpreendido com um oficial de justiça na porta da sua casa, entregando uma citação para responder, como RÉU, a um processo de indenização, por ter gritado "assassina!" ou "corrupto!".

Logo, lembre sempre: Quando tiver vontade de sair à rua para clamar por justiça, para pedir investigações sobre as situações que, diariamente, são publicadas em jornais "isentos", é o seu BOLSO que pode pagar a conta, pois a Constituição proíbe que se chame enfermeiras que trazem seringas de morfina e dopam crianças de "assassinas", bem como políticos que assinam contratos para fornecer merenda com diferença de valores em torno de R$ 4.000.000,00 de "corruptos", afinal, só se é culpado após o trânsito em julgado.

Da mesma forma, imagina se a suposta "assassina!" ou o suposto "corrupto!" estão passeando na rua acompanhados!! A pena não pode passar da figura do condenado, o que faz presumir que, mesmo efetivamente condenados, não podemos expor os amigos e parentes das "assassinas!" e dos "corruptos!", pois eles não tem culpa, e também podem processar você.

Fica aqui a pergunta: Quem é a vítima mesmo???

(P.S. Olha só o dinheiro que o Collor perdeu quando metade da massa estudantil do país foi às ruas gritar ANTES de ele ser definitivamente cassado... coitado do Collor...)

domingo, 8 de novembro de 2009

Pequenos gestos relevantes.

Gosto de conceitos antagônicos, como "grande" e "pequeno", "barato" e "caro", etc. É tudo uma questão de interpretação, pois, como certa vez ouvi de um cara na faculdade, "o que é caro pra ti pode ser barato pra mim"... com o pequeno detalhe de que estávamos discutindo o preço da mensalidade do curso de MEDICINA DA ULBRA (!!!!)
Pois bem, aproveitando esse gancho é que quero falar de uma iniciativa muito legal que está ocorrendo aqui em Canoas, chamada Apadrinhamento Afetivo. Trata-se de uma iniciativa do Município, em parceria com o MP, Judiciário, Conselho Tutelar e os abrigos de Canoas, que consiste em a pessoa se tornar "dindo" e "dinda" de uma criança abrigada.
NÃO!!! Não se trata de dar dinheiro pra ajudar aquela criança, mas de dar carinho, atenção, um suporte emocional para uma criança que, em razão dessas vicissitudes da vida, foi afastada do convívio familiar (pai e mãe), tendo pouquíssimas ou nenhuma chance de adoção.
NÃO! Também não se trata de adotar uma criança, mas de, literalmente, ganhar um afilhado, daqueles que a gente visita, leva pra passar o findi em casa com a gente, vai pra praia, pro zoológico, etc...
Pois bem. Juntamente com a Bina, minha patroa, nos inscrevemos para participar do programa. Participamos de uma série de palestras e oficinas visando ao amadurecimento à idéia e, após aproximadamente 02 meses, tivemos nosso primeiro contato com o nosso afilhado, em uma festa linda organizada pelo Município de Canoas, a qual teve, além da presença das responsáveis pelo gerenciamento do programa e dos abrigos das crianças, bem como de animadores, a participação de 16 (dezesseis) candidatos a padrinho (muitos casais, como no meu caso), e de 16 candidatos a afilhado, sendo que eram as crianças que nos escolhiam!
O resultado disso? Agora temos um afilhado de 10 anos que tem uma carga de vida naturalmente diferenciada, e que, mesmo assim, tem todo direito a receber carinho e atenção de pessoas que estejam dispostas. Em contrapartida, ficamos com o sentimento de estar fazendo o bem ao próximo, com a certeza de que, mesmo sendo um pequeno gesto de nossa parte, com certeza terá um enorme significado na vida dessa criança.
Ficou interessado? Procura pelo programa de Apadrinhamento Afetivo nas cidades de Canoas e Porto Alegre e distribui um pouco de alegria e emoção a quem precisa de apenas isso. Faz bem, eu garanto!
Me achou um maluco? Paciência! Se nem Cristo, Sílvio Santos e Roberto Carlos agradaram a todos, não serei eu a ter essa pretensão!
Um abração.

quarta-feira, 30 de setembro de 2009

A gente leva na cabeça, mas passa a série...

Fiquei um tempinho sem colocar nada de novo no bloguinho, mas estava (e ainda estou) encarando alguns desafios novos, os quais eu não queria estar encarando agora, mas bola pra frente! Por isso o título desse post vem completar exatamente o que pretendo expressar em poucas linhas: A gente leva na cabeça, mas passa a série...

Nem todos talvez entendam com 100% de exatidão o que essa frase queira dizer, mas tem uma boa ideia. Pra quem surfa, isso é uma verdadeira lei, no esporte e na vida (se bem que surf é a vida dentro do mar...).
De vez em quando, nos deparamos com situações que, se não nos quebram por completo, pelo menos nos deixam por algum tempo com a cabeça inchada, pensando e repensando nossas prioridades, coisas assim. Nos sentimos impotentes com algumas situações, indignados com outras e, o pior de tudo, normalmente dependemos de fatores além do nosso alcance para reverter a situação.
É por isso que trago do surf uma lição a ser aprendida em todas as situações da vida: podem tentar te puxar pra baixo, te fazer com que te sintas a última pessoa do mundo, até mesmo colocar "álcool na ferida". O que não dá (mas não dá MESMO) é sucumbir às dificuldades. Se a vida é um mar de ondas gigantes e pesadas, nossa prancha (ou bodyboard) é nossa alma, e temos que conduzi-la além da formação das ondas, onde podemos escolher a melhor formação, a melhor série, e fazer desse "mar" uma surf session digna das melhores revistas do ramo, surfando ou, simplesmente, remando pra trás da rebentação.
Ah! Tu não surfas? Não tem problema. Devemos pensar nas dificuldades da vida como o maior desafio encarado naquilo que gostamos de fazer (são 03 zagueiros de 1,90m e 100kg sem gordura; uma sequencia de 4 minutos de fusas e semifusas; graxa na corda amarrada no mosquetão; etc...), sempre pensando que, se gostamos MESMO do que fazemos, as dificuldades só servem pra dar aquele gostinho a mais para superarmos nossas limitações, para podermos transpor as dificuldades encontradas, sejam elas produzidas por nós mesmos, sejam colocadas por alguém além da nossa própria força.
É como o título daquele antigo filme de luta: RETROCEDER, NUNCA. RENDER-SE, JAMAIS!

domingo, 13 de setembro de 2009

Vedação ao Anonimato

A ditadura militar terminou no Governo Figueiredo, ali pelos idos de 1985. Desde então, a liberdade de expressão e de opinião ganhou força, principalmente com o advento da Constituição.
De qualquer forma, ainda existem pessoas que usam da atitude covarde, cretina, ridícula, etc. do anonimato. Manifestar opinião sem assumi-la é o mesmo que não manifestar. A pessoa que se esconde sob o anonimato é tão sem personalidade, tão mesquinha, que não é digna nem de ter suas opiniões comentadas.
Esse é um blog aberto, cujas opiniões e críticas são benvindas. Agora, sem assumir o que escreve, é como se não tivesse escrito, como se não existisse, razão pela qual os comentários anônimos serão sumariamente apagados.
Mas fica o recado, considero o anonimato uma cretinice, uma atitude covarde de gente sem personalidade. E era isso!!!

Com a Minha nas Índias - parte 02

Os erros foram tantos que fui obrigado a dividir o tópico, até pra não ficar chato para os amigos (e inimigos) que quiserem um pouco de cultura jurídica chata pra caralho!
2 - A tal da psicopata Yvonne é tida, por TODOS os personagens da novela, como psicopata. No entanto, ninguém alega a insanidade dela nos processos criminais a que ela respondeu, pelos quais ficou presa. A diferença entre ser condenada e ser absolvida com medida de segurança é "sutil". O estelionato tem pena de 01 a 05 anos; A medida de segurança NÃO TEM PRAZO, podendo o "absolvido" ficar internado pro resto da vida.
- Mas ela foi condenada a prisão. Cadeia.

3 - De forma impressionante, a Yvonne é a única detenta de uma prisão feminina que tem carceceiro HOMEM, consegue um momento "só love" com o cara e foge. Prisão feminina tem agentes penitenciários MULHERES, justamente pra evitar cenas fatídicas e lamentáveis como a da fuga da tal da Yvonne. Lamentável.

4 - Desde quando doador de sêmen tem seus dados revelados??? Onde já se viu pessoas entrarem com ações judiciais contra laboratórios de fertilidade para saber quem é o pai biológico??? Onde ficam os pais que criaram, deram carinho e estrutura para os filhos, só porque a novelinha quer fazer o público rir???

Globo, Glória Perez e a Legislação Brasileira... TUUUUUDO A VER!!!

Com a Minha nas Índias

Após assistir ao último capítulo da novela, fiquei com a sensação de, após ter estudado durante 5 anos, estar formado há quase 09, e estar trabalhando com o Direito Penal há mais de 04 anos, não aprendi absolutamente nada, ou as pessoas que escrevem/dirigem/editam uma novela não sabem absolutamente NADA de direito e, tampouco, procuram pessoas com conhecimento específico no assunto. Vejamos:
1 - O tal de "Guri Zeca" pega uma camionete importada, desce a lenha em vielas estreitas do bairro da Lapa, fazendo com que diversas pessoas pulem pelas calçadas e saiam correndo. O rapaz cruza acintosamente um sinal vermelho em alta velocidade e, surpresa, atropela uma pessoa grávida, que desaba no chão. Imediatamente, o guri foge sem prestar socorro, e tenta se esconder das consequências do que fez.
- Correr na via pública, gerando perigo concreto de dano, é crime do Código de Trânsito, pena de 06 meses a 01 ano;
- Causar lesão corporal culposa, deixando de prestar socorro, é crime do Código de Trânsito com aumento de pena, pena de 06 meses a 02 anos com aumento de 1/3 à metade;
- Fugir do local do acidente para se eximir da responsabilidade, olha só que coisa, também é Crime do Código de Trânsito, pena de 06 meses a 01 ano;
- Mas, pra ser bem sincero, poderia o "queridão" ali ser denunciado por homicídio tentado em dolo eventual, porque, pra mim, um doente que pega um carro potente, sai por ruas estreitas descendo a lenha, jogando todo mundo pra calçada, cruza sinais vermelhos e placas preferenciais, atropelando uma gestante, ASSUMIU o risco de causar o resultado. Não vejo nada de culposo nessa imundície que o cara fez, devendo, sim, ir a Júri popular.
- Todavia, o guri é denunciado, APENAS, pela lesão culposa, sem o aumento da pena por ter omitido socorro, tampouco não se fala no crime de fugir do local do acidente. Lamentável.
- A lesão culposa, por si só, comporta os benefícios da transação penal e da suspensão condicional do processo. É designada uma audiência preliminar para oferecer os benefícios, sendo possível, ainda, a composição civil do dano.
- Nesse momento eu percebi como o Judiciário Brasileiro é exemplar: Não fazem a audiência preliminar, a vítima não comparece na audiência pra depor, não oferecem transação penal, não oferecem suspensão condicional do processo, e o querido é condenado oralmente a 1 ano e meio de pena, sem qualquer fundamentação para que a pena mínima fosse TRIPLICADA, já que o próprio juiz falou que o rapaz era tecnicamente primário.
- A partir daí, depois da merda toda feita, cagam, também, no desfecho legal, pois substituem a pena dele por prestação de serviços à comunidade, sem que se fale sobre a possibilidade de suspensão condicional da PENA, simplesmente determinando o local onde ele vai trabalhar, não havendo, por fim, recurso.
- Um advogado meia boca ganha uns 50.000 com um caso assim: 10.000 pra cada habeas corpus pra trancar o processo. AH! MAS O PAI DO CARA É ADVOGADO, acompanha o filho na audiência, e deixa essa merda toda acontecer assim mesmo.
É, tem coisas que só a Glória Perez e a Globo fazem por você!!!

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Feriadinho...

A vida é uma coisa interessante. Em cada momento, em cada fato isolado, podemos nos deparar com uma série de outras coisas que fazem com que o conjunto da obra seja, no mínimo, de boas recordações.
Por exemplo: o que tem a ver feriado com fraldas? Absolutamente TUDO!
1 - FERIADO - Diversos fatos e contratempos (olha aí a importância do detalhe de novo) nos fizeram sair para viajar para Floripa no feriado. Um feriado absolutamente fantástico, onde estávamos acompanhados por um grande
2 - CASAL de amigos nossos (turma da antiga, parceira pra toda hora, até pra tomar ônibus errado). Muito astral, muito festa em casa, muito som nos nossos
3 - VIOLÕES, a agradabilíssima companhia do meu irmão de coração Titi, a super parceira/esposa dele Fabi, e o pequeno e fantástico
4 - VICENTE. Pra quem não conhece o Vicente, é o filhinho de 03 anos do Titi que, de tão esperto, tão inteligente e, no bom sentido, sacana, dá nó em pingo d'água e faz a gente ficar morrendo de vontade de ter os nossos próprios
5 - FILHOS. Pra quem tem aquela falsa ideia de que casal com filhos estão ancorados em casa, o Titi e a Fabi deram um verdadeiro show de companheirismo e bom humor, show este regado, principalmente, com as tiradas hilárias do Vicente. Logo, mesmo com filhos, com diversas
6 - FRALDAS pra trocar, mamadeiras, chupetas e outras distrações, tive a mais completa prova de que ter um "bacuri" em casa é uma coisa muito legal.

Lógico que ninguém pode pensar que tudo vai continuar como era antes no quartel de Abrantes. Filhos mudam a gente, nos tornamos uma pequena parte da vida deles, mas, pelo que eu tive de vivência no feriado, dá perfeitamente pra conciliar as coisas e continuar convivendo e experimentando momentos tão agradáveis como o nosso hilário feriado, cheio de pessoas queridas, amigos de longa data e parentes que, apesar de morarem um pouco longe, estão vivos no nosso coração e na nossa memória.

Resumindo: Titi, Fabi, Vicente, Gustavo, Grazi, valeu MESMO a parceria do findi. Show de bola! Agora é só repetir! CERTO!!!!!

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Campeão do Primeiro Turno

Espero, sinceramente, que o Grêmio tenha sido a única equipe que, ao contrário dos demais, foi campeão do 1º turno e perdeu o segundo.
Não sou fanático, mas tenho amigos que o são. Colorados, gremistas, pouco importa. O importante é a festa que se pode fazer torcendo, incentivando, aplaudindo nos bons momentos e cobrando nos ruins, mas sem aquelas "patuscadas" de invadir treinamento, agredir jogador e técnico na rua, brigas de torcidas, etc.
Hoje, o Internacional ganhou de 3x0 do Galo Mineiro e sagrou-se campeão do 1º Turno. Título meramente simbólico, mas que dá fôlego pra brigar pelo título do campeonato.
O Grêmio, com os resultados paralelos, está, até o momento desse post, caindo pra 10ª posição, indo disputar a Sul-Americana. São situações do futebol, como tantas outras aconteceram em 1979, 1983, 1995, 2006, etc.
Flauta? Existe e é uma brincadeira legal, acatados os limites do respeito pelo próximo. Próximo este que, como bom "flauteado", também deve ter senso de esportividade para conviver e superar eventuais brincadeiras, pois é como diz o ditado, "um dia é da caça, outro do caçador".
Futebol é um esporte, não um meio de vida. Mas ser maduro desde a formação clubística de cada um é importante, pois respeito e cordialidade são valores que vem de berço, antes mesmo daquela meia vermelha/azul/verde/tricolor/branca pendurada na porta do quarto do hospital.

No mais, que o Grêmio siga sozinho com a meia-taça de 2008, e o título de "flanela do século" obtido no mesmo campeonato.